31 janeiro 2009

O homem tem um problema com o superlativo

Olavão descobriu um texto do Obaminha onde há erros incríveis de concordância e mau uso do comparitvo no lugar do superlativo.


Em “Breaking the War Mentality”, publicado na revista da Universidade Columbia, Sundial, em março de 1983, Obama escreve: “The belief that moribund institutions, rather than individuals are at the root of the problem, keep SAM's energies alive.” O sujeito singular belief não concorda com o verbo keep no plural, e a virgulação não faz o menor sentido. Mais adiante, ele confunde o superlativo com o comparativo: “Our better instincts can at least match the bad ones” – better em vez de best. E ainda: “SAM casts a wider net than ARA, though for the purposes of effectiveness, they have tried to lock in on one issue at a time” – o sujeito singular da oração principal torna-se plural na oração subordinada. Há vários outros erros pueris nesse em outros artigos, só igualados, em matéria de inépcia gramatical, pela tese da Sra. Obama em Harvard.

De fato, há outros erros de concordância no estilo "se o sujeito se afasta demais do verbo, danou-se". Não precisam crer em mim. Eu não cri no filósofo e fui catar.

Mas, bem, isso era em 1983, pensei. Talvez ele tenha melhorado. Hmm...

Tava lendo hoje um outro artigo sobre Obaminha e como ele vai contra tudo que os Founding Fathers pensavam quando da declaração da independência dos EUA e me deparei com esse trecho de seu discurso na Filadélfia:


What is required is the same perseverance and idealism that our founders displayed. What is required is a new declaration of independence, not just in our nation, but in our own lives -- from ideology and small thinking, prejudice and bigotry -- an appeal not to our easy instincts but to our better angels.

Bem, o inglês não é minha língua nativa, mas eu poderia jurar que, na parte grifada, deveria vir o superlativo "best" (melhor) e não o comparativo "better".