Elio, em certos momentos, mal consegue esconder o quanto ele detesta o capitalismo:
"Sem empresários a corrupção é uma praia sem sol. Bem ou mal, o Congresso e a administração pública expõem e punem seus corruptos. O mundo dos negócios melhoraria se além de reclamar da corrupção dos outros, os grandes empresários repelissem os malfeitores com quem convivem felizes. Nunca é demais lembrar que a Fiesp divulgou uma nota de solidariedade à butique Daslu quando ela foi varejada pela polícia."
30 abril 2006
29 abril 2006
Varig
Eu acho que, no final das contas, o governo vai dar aquela mãozinha. Afinal, este governo já distribui dinheiro para tanta gente por aí, o que seriam mais alguns milhões ou mesmo bilhões de reais? E, politiqueiro como é, ele não gostaria de ficar conhecido como o governo que deixou a Varig quebrar (não vou entrar no mérito da questão).
E, no final de tudo, alguns amigos e conhecidos manterão seus empregos, artistas e políticos continuarão voando de graça e o povo ficará orgulhoso de saber que a "Varig continuará servindo à população brasileira" (juro que ouvi isso).
Só não me venham todos com a lenga lenga de que estão fazendo isso para defender um símbolo nacional, a honra do país, a soberania da pátria, empregos, fornecedores, ou o raio que os parta. Tudo não passa do bom e velho patrimonialismo tupiniquim.
E, no final de tudo, alguns amigos e conhecidos manterão seus empregos, artistas e políticos continuarão voando de graça e o povo ficará orgulhoso de saber que a "Varig continuará servindo à população brasileira" (juro que ouvi isso).
Só não me venham todos com a lenga lenga de que estão fazendo isso para defender um símbolo nacional, a honra do país, a soberania da pátria, empregos, fornecedores, ou o raio que os parta. Tudo não passa do bom e velho patrimonialismo tupiniquim.
Vento que venta lá...
"A Petrobras é alvo de uma perigosa campanha de tons xenófobos que se espalha pela Bolívia, principalmente nas regiões indígenas do altiplano, e mira o Brasil, visto por lá como um usurpador das riquezas de um país historicamente assolado pela miséria."
O pior é ouvir isso e ter que ficar caladinho, caladinho.
O pior é ouvir isso e ter que ficar caladinho, caladinho.
28 abril 2006
Vai entender
Por mim, num mundo ideal, os EUA varreriam do mapa vários tiranetes pelo mundo afora. Portanto, partindo desse princípio, nada mais natural do que exigir que os EUA deponham TODOS os tiranetes africanos e tomem posse daquele continente quase que completamente. Radical, eu sei mas necessário, aos olhos deste "reacionário" que vos escreve.
Só não dá para entender porque as atrocidades no Sudão são mais dignas de serem combatidas que as do Iraque. Seguindo o princípio de que o Iraque não representava ameaça para os EUA, como agora as pessoas querem que este mesmo país ataque o ainda mais inofensivo Sudão?
Só não dá para entender porque as atrocidades no Sudão são mais dignas de serem combatidas que as do Iraque. Seguindo o princípio de que o Iraque não representava ameaça para os EUA, como agora as pessoas querem que este mesmo país ataque o ainda mais inofensivo Sudão?
Tão óbvio
"The unshakable fact is that you cannot cure racism with racism. To accept the diversity premise means to think in racial terms rather than in terms of individual character or merit. Taking jobs away from one group in order to compensate a second group to correct injustices caused by a third group who mistreated a fourth group at an earlier point in history (e.g., 1860) is absurd on the face of it and does not promote justice; rather, it does the opposite. Singling out one group for special favors (e.g., through affirmative action) breeds justified resentment and fuels the prejudices of real racists. People are individuals; they are not interchangeable ciphers in an amorphous collective."
Não consigo imaginar um exemplo mais didático que este:
"Consider a more concrete, though fictional, example. Suppose that since its creation in 1936, the XYZ Corporation refused to hire redheaded men due to a quirky bias on the part of its founder. The founder now dies and an enlightened Board of Directors decides that something 'positive' needs to be done to compensate for past injustices and announces that, henceforth, redheads will be hired on a preferential basis. Observe that: (1) this does not help the real victims--the previously excluded redheads; (2) the newly favored redheads have not been victims of discrimination in hiring, yet unfairly benefit from it; and (3) the non-redheads who are now excluded from jobs due to the redhead preference did not cause the previous discrimination and are now unfairly made victims of it. The proper solution, of course, is simply to stop discriminating based on irrelevant factors. Although redheaded bias is not a social problem, the principle does not change when you replace hair color with skin color."
Leia tudo aqui.
Não consigo imaginar um exemplo mais didático que este:
"Consider a more concrete, though fictional, example. Suppose that since its creation in 1936, the XYZ Corporation refused to hire redheaded men due to a quirky bias on the part of its founder. The founder now dies and an enlightened Board of Directors decides that something 'positive' needs to be done to compensate for past injustices and announces that, henceforth, redheads will be hired on a preferential basis. Observe that: (1) this does not help the real victims--the previously excluded redheads; (2) the newly favored redheads have not been victims of discrimination in hiring, yet unfairly benefit from it; and (3) the non-redheads who are now excluded from jobs due to the redhead preference did not cause the previous discrimination and are now unfairly made victims of it. The proper solution, of course, is simply to stop discriminating based on irrelevant factors. Although redheaded bias is not a social problem, the principle does not change when you replace hair color with skin color."
Leia tudo aqui.
21 abril 2006
Colocando os pingos nos "is"
A parte mais difícil hoje em dia ao se discutir política internacional é o total desconhecimento - inversamente proporcional à ânsia de ter uma opinião formada - que muitas pessoas têm a respeito dos papéis dos agentes envolvidos.
Lembram da escolha do Papa? De repente todo mundo era conhecedor do Catolicismo a ponto de se considerar apto a definir os rumos da Igreja. Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, era tudo de ruim: carrancudo, avesso ao contato com as pessoas e até mesmo pairavam suspeistas da associação dele com o nazismo. Hoje, algum tempo depois de convertido em Papa, as pessoas começam a dizer que ele mudou e está mais simpático. Para essas pessoas não existe percepção errada ou engano, a realidade é que se torce para se encaixar nos seus conceitos, a maioria toscos.
O mesmo vale para o famigerado Bush. Ele fez a guerra, aumentou gastos e cortou impostos. O único detalhe é que estas não são atribuições do Presidente dos Estados Unidos, segundo a sua Constituição, como bem lembra Walter - outro baita negão - Williams:
"By the way, it's sheer constitutional ignorance to say that President Bush spends or lowers taxes. Article I, Sections 7 and 8, of the U.S. Constitution gives Congress authority to spend and tax. The president only has veto power that Congress can override."
Lembram da escolha do Papa? De repente todo mundo era conhecedor do Catolicismo a ponto de se considerar apto a definir os rumos da Igreja. Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, era tudo de ruim: carrancudo, avesso ao contato com as pessoas e até mesmo pairavam suspeistas da associação dele com o nazismo. Hoje, algum tempo depois de convertido em Papa, as pessoas começam a dizer que ele mudou e está mais simpático. Para essas pessoas não existe percepção errada ou engano, a realidade é que se torce para se encaixar nos seus conceitos, a maioria toscos.
O mesmo vale para o famigerado Bush. Ele fez a guerra, aumentou gastos e cortou impostos. O único detalhe é que estas não são atribuições do Presidente dos Estados Unidos, segundo a sua Constituição, como bem lembra Walter - outro baita negão - Williams:
"By the way, it's sheer constitutional ignorance to say that President Bush spends or lowers taxes. Article I, Sections 7 and 8, of the U.S. Constitution gives Congress authority to spend and tax. The president only has veto power that Congress can override."
Em certas ocasiões é melhor se calar
Inocência segundo eles
Os governistas dizem que o Ministro da Justiça provou sua inocência ao fazer um depoimento seguro (assim como o ex da Fazenda, lembram-se?).
Para essa galera, inocente não é aquele que não comete o crime, mas aquele que é capaz de negar a autoria olhando no olho e sem rir.
Para essa galera, inocente não é aquele que não comete o crime, mas aquele que é capaz de negar a autoria olhando no olho e sem rir.
20 abril 2006
Em grande forma
O militante está em grande forma!
"Um ato de violência escandaliza, uma rotina de violência banaliza. A rotina da miséria brasileira acaba se integrando no cotidiano, funde-se com a paisagem e desaparece no nosso relativismo moral. É lamentável, e lamentada em todos os discursos e programas de governo, mas não é aterrorizante, pois quem pode viver em estado permanente de horror? E, no entanto, só o que diferencia a violência de uma invasão de terras da violência constante, rotineira, banalizada que a situação fundiária do país impõe aos sem-terras é o tempo. Uma é uma quebra de normalidade, a outra é a normalidade. As duas são reprováveis, mas a segunda é absolvida pela indiferença. Não tem o mesmo efeito espetacular, o mesmo horror concentrado.
Isto não é uma justificativa para atos de violência como alguns praticados pelos que lutam pela reforma agrária, mesmo porque a violência sempre acaba favorecendo a reação. É só um comentário sobre o escândalo seletivo de quem demoniza os sem-terras mas não se horroriza com a violência diária, antiga, arraigada nos seus costumes e valores, praticada pela sociedade mais injusta do mundo. Ou só se horroriza com a retribuição."
Atentem para o "mesmo porque a violência sempre acaba favorecendo a reação". Ou seja, o problema da violência é sua ineficiência. Mas ele não precisa se preocupar: o governo federal está cuidando direitinho para que as reações sejam desencorajadas, abrindo caminho para a utilização da violência sem limites.
O - velho - truque do autor é o seguinte: ele pega uma situação contra a qual seu aliado ideológico luta e a define como violenta (no caso, o latifúndio). Como seu aliado ideológico usa meios reconhecidamente violentos, ele alega que são ambos lados da mesma moeda e que ambos estão igualmente errados, quand0 na verdade somente um está. Isso acaba suprimindo a indiginação das pessoas com o movimento aliado e desencorajando reações, pois confere às ações a legitimidade de quem reage a uma agressão.
Ou seja, quando ele diz que não está justificando a violência do movimento, ele só está fazendo aquilo que sabe fazer melhor: mentir.
"Um ato de violência escandaliza, uma rotina de violência banaliza. A rotina da miséria brasileira acaba se integrando no cotidiano, funde-se com a paisagem e desaparece no nosso relativismo moral. É lamentável, e lamentada em todos os discursos e programas de governo, mas não é aterrorizante, pois quem pode viver em estado permanente de horror? E, no entanto, só o que diferencia a violência de uma invasão de terras da violência constante, rotineira, banalizada que a situação fundiária do país impõe aos sem-terras é o tempo. Uma é uma quebra de normalidade, a outra é a normalidade. As duas são reprováveis, mas a segunda é absolvida pela indiferença. Não tem o mesmo efeito espetacular, o mesmo horror concentrado.
Isto não é uma justificativa para atos de violência como alguns praticados pelos que lutam pela reforma agrária, mesmo porque a violência sempre acaba favorecendo a reação. É só um comentário sobre o escândalo seletivo de quem demoniza os sem-terras mas não se horroriza com a violência diária, antiga, arraigada nos seus costumes e valores, praticada pela sociedade mais injusta do mundo. Ou só se horroriza com a retribuição."
Atentem para o "mesmo porque a violência sempre acaba favorecendo a reação". Ou seja, o problema da violência é sua ineficiência. Mas ele não precisa se preocupar: o governo federal está cuidando direitinho para que as reações sejam desencorajadas, abrindo caminho para a utilização da violência sem limites.
O - velho - truque do autor é o seguinte: ele pega uma situação contra a qual seu aliado ideológico luta e a define como violenta (no caso, o latifúndio). Como seu aliado ideológico usa meios reconhecidamente violentos, ele alega que são ambos lados da mesma moeda e que ambos estão igualmente errados, quand0 na verdade somente um está. Isso acaba suprimindo a indiginação das pessoas com o movimento aliado e desencorajando reações, pois confere às ações a legitimidade de quem reage a uma agressão.
Ou seja, quando ele diz que não está justificando a violência do movimento, ele só está fazendo aquilo que sabe fazer melhor: mentir.
19 abril 2006
Como um cínico lê uma notícia
"RIO - Empresários brasileiros e internacionais consideram os crimes virtuais mais ameaçadores do que os tradicionais assaltos reais. Foi o que concluiu uma pesquisa realizada pela IBM com três mil executivos de tecnologia e vice-presidentes de 17 países, em corporações ligadas a saúde, finanças, varejo e produção."
Ora, uma pesquisa elaborada pela empresa que vai vender as soluções? Hmm...
Ora, uma pesquisa elaborada pela empresa que vai vender as soluções? Hmm...
Por que implico com o Software Livre
Por causa disso:
"Outros, contudo, crêem que, no mundo altamente tecnológico de hoje, ferramentas essenciais para o trabalho e a vida social como os aplicativos de computador não podem ser caixas-pretas controladas por poucos - mas instrumentos abertos a toda a sociedade."
Esses cyber-miliantes não se contentam em tocar as suas vidas do jeito que bem quiserem. Querem impor isso, como todo bom comunistinha, ao resto da pessoas. Acham que detêm a chave mágica da felicidade.
Resumindo: são um pé no saco!
"Outros, contudo, crêem que, no mundo altamente tecnológico de hoje, ferramentas essenciais para o trabalho e a vida social como os aplicativos de computador não podem ser caixas-pretas controladas por poucos - mas instrumentos abertos a toda a sociedade."
Esses cyber-miliantes não se contentam em tocar as suas vidas do jeito que bem quiserem. Querem impor isso, como todo bom comunistinha, ao resto da pessoas. Acham que detêm a chave mágica da felicidade.
Resumindo: são um pé no saco!
Por que o liberalismo causa arrepios?
Meu xará responde:
"Fácil. Basta fazer o teste. Chegue perto de um de seus colegas de cerveja e diga-lhe que tem uma proposta para melhorar sua vida e que esta se baseia em poucos princípios gerais. Antes que ele sorria, dispare: sua proposta (i) não garante o sucesso individual sempre, (ii) estabelece que toda ação decidida - individualmente ou em grupo - tem custos que não devem ser transferidos a terceiros, (iii) não parte de nenhuma suposição de que seu interlocutor possua os requisitos para decidir sobre o destino de muitos e, claro, (iv) nem você tem este poder."
Nem vou dizer que o texto está nota 10 senão daqui a pouco vão começar a comentar por aí...
"Fácil. Basta fazer o teste. Chegue perto de um de seus colegas de cerveja e diga-lhe que tem uma proposta para melhorar sua vida e que esta se baseia em poucos princípios gerais. Antes que ele sorria, dispare: sua proposta (i) não garante o sucesso individual sempre, (ii) estabelece que toda ação decidida - individualmente ou em grupo - tem custos que não devem ser transferidos a terceiros, (iii) não parte de nenhuma suposição de que seu interlocutor possua os requisitos para decidir sobre o destino de muitos e, claro, (iv) nem você tem este poder."
Nem vou dizer que o texto está nota 10 senão daqui a pouco vão começar a comentar por aí...
18 abril 2006
Calvin, o petista
"Some people are pragmatists, taking things as they come and making the best of the choices available. Some people are idealists, standing for principle and refusing to compromise. And some people just act on any whim that enters their heads. I pragmatically turn my whims into principles."
Calvin, o filósofo
"I think the surest sign that there is intelligent life out there in the universe is that none of it has tried to contact us."
Por falar em Cipolla
No texto abaixo ele descreve também os tipos de pessoas que existem. Como classificar pessoas que pensam que Bush age em nome da religião, assim como os líderes islâmicos?
Talvez, no fundo, o ser humano seja um pateta incurável, doido para acreditar em algo. Doido para pensar que existem pessoas que se sacrificam em nome de um ideal, não importa que ideal seja. Doido para crer que existem pessoas para as quais dinheiro e poder nada significam.
Dudes, "investir" milhões de dólares para ser presidente da maior potência do planeta ou mandar jovens idiotas se explodirem e aos seus desafetos não é bem a definição de sacrifício.
Talvez, no fundo, o ser humano seja um pateta incurável, doido para acreditar em algo. Doido para pensar que existem pessoas que se sacrificam em nome de um ideal, não importa que ideal seja. Doido para crer que existem pessoas para as quais dinheiro e poder nada significam.
Dudes, "investir" milhões de dólares para ser presidente da maior potência do planeta ou mandar jovens idiotas se explodirem e aos seus desafetos não é bem a definição de sacrifício.
A estupidez humana
LAS LEYES FUNDAMENTALES DE LA ESTUPIDEZ HUMANA
La Primera Ley Fundamental: "Siempre e inevitablemente cada uno de nosotros subestima el número de individuos estúpidos que circulan por el mundo".
La Segunda Ley Fundamental: "La probabilidad de que una persona determinada sea estúpida es independiente de cualquier otra característica de la misma persona".
La Tercera Ley Fundamental: "Una persona estúpida es una persona que causa daño a otra o grupo de personas sin obtener, al mismo tiempo, un provecho para sí, o incluso obteniendo un perjuicio".
La Cuarta Ley Fundamental: "Las personas no estúpidas subestiman siempre el potencial nocivo de las personas estúpidas. Los no estúpidos, en especial, olvidan constantemente que en cualquier momento y lugar, y en cualquier circunstancia tratar y/o asociarse con individuos estúpidos se manifiesta infaliblemente como un costosísimo error".
La Quinta Ley Fundamental: "La persona estúpida es el tipo de persona más peligroso que existe. El estúpido es más peligroso que el malvado".
La Primera Ley Fundamental: "Siempre e inevitablemente cada uno de nosotros subestima el número de individuos estúpidos que circulan por el mundo".
La Segunda Ley Fundamental: "La probabilidad de que una persona determinada sea estúpida es independiente de cualquier otra característica de la misma persona".
La Tercera Ley Fundamental: "Una persona estúpida es una persona que causa daño a otra o grupo de personas sin obtener, al mismo tiempo, un provecho para sí, o incluso obteniendo un perjuicio".
La Cuarta Ley Fundamental: "Las personas no estúpidas subestiman siempre el potencial nocivo de las personas estúpidas. Los no estúpidos, en especial, olvidan constantemente que en cualquier momento y lugar, y en cualquier circunstancia tratar y/o asociarse con individuos estúpidos se manifiesta infaliblemente como un costosísimo error".
La Quinta Ley Fundamental: "La persona estúpida es el tipo de persona más peligroso que existe. El estúpido es más peligroso que el malvado".
16 abril 2006
Para quem gosta de ilusionismo
A ilusão das cotas e a realidade da pobreza
"É uma estupidez falar em discriminação racial, quando o problema é a má educação oferecida aos pobres de todas as raças."
Falou e disse!
"É uma estupidez falar em discriminação racial, quando o problema é a má educação oferecida aos pobres de todas as raças."
Falou e disse!
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